Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

3 (2) 1... Sejam felizes!

Podia começar pela "Queixa ao Pai Natal", mas adiante.

2011 lá se foi... Esse ano que nem sequer merece ser escrito por extenso.

Não gosto de profetizar, pois muito do que prevejo acaba por sair ao contrário, mas nos festejos da passagem do ano de dois mil e dez para 2011 disse para todos com os quantos se quiseram cruzar comigo: "Desejo-te um óptimo 2011, mas cá para mim dois mil e doze é que vai ser!". E é assim que espero, e assim será!

2011 foi um ano sabático, que não vai ficar consagrado no mapa das grandes recordações. Um ano em que o mesmo número conseguiu ditar sortes diferentes, pois 26 nunca foi a soma exacta dos dois. Foram ideias a dividir, pensamentos a multiplicar, certezas (ainda!) elevadas ao expoente, desgostos a somar e pessoas a subtrair. Resultado? Um 31! Foi um ano em que Portugal usou e abusou do verde esperança e, no final do ano, lá teve que voltar a vestir o vermelho coragem. O que sobrou? Um amarelo pálido, sem quinas sem nada!

Dois mil e doze, pela certeza, irá mudar algumas coisas. Outras não. Talvez o verde fique rosa e se junte ao verde/vermelho/amarelo e haja arco-íris, talvez o céu se fique só pelo azul claro... uma coisa é certa: Dois mil e doze* vai ser um dos melhores anos de sempre... E a seguir vem dois mil e TREZE :)


* Abram-lhe os olhos que eu faço o resto!


P.S. - E só porque até parece mal não falar do assunto, acreditem que enquanto o país continuar como pai da Fanny (que eu vi pela 1ª vez no dia 31 (... Cá está ele outra vez!)), sem querer saber e perceber a importância da cedilha na "Educação" social, o país vai continuar em "Estado de forCa".

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